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11/07/2012

E as features, onde ficam?



O hardware ainda é importante? É. Simples assim. E continuará sendo durante esta e a próxima década, pelo menos. Mas tão cedo, será apenas um importante coadjuvante, onde é o seu lugar.

31/05/2011

WWDC e daqui há pouco este blog muda de nome.


Não, eu ainda não vou virar um "fanboy" insano, embora os indícios possam dizer o contrário. Se só me aparecem mais notícias importantes sobre a Apple, o que devo fazer? Mas eu serei rápido para não ser tendencioso. 
Dia 06 vem aí, senhoras e senhores e, não, não estou falando sobre o São João: a World Wide Developers Conference.

07/10/2010

"Pecado: O culpado da persistência do modelo Waterfall no desenvolvimento de Software?"

Pecado: O culpado da persistência do modelo Waterfall no desenvolvimento de Software?: "Quer entender melhor por que o manifesto Ágil fala em valorizar mais a colaboração com os clientes que a negociação de contratos? Um novo livro de um autor clássico dentro de nossa área de Engenharia de Software pode nos ajudar.

Estou lendo o novo e fantástico livro novo do Frederick Brooks, de título The Design of Design. Para aqueles da nossa área que ainda não o conhecem, Brooks é o autor do clássico livro de engenharia de software The Mythical Man-Month (que considero leitura obrigatória para executivos da área de TI).

Os primeiros capítulos do novo livro de Brooks são os mais interessantes, pois evidenciam claramente os problemas de se tentar realizar o design e construção de um produto seguindo um modelo cascata ( Waterfall ).

O capítulo 3 se chama 'What's wrong with this model?' e é focado em explicar porque, nas palavras de Brooks: 'o modelo cascata é errado e perigoso; precisamos superá-lo'. Ele inclusive mostra como o próprio Winston Royce (suposto inventor do modelo cascata) critica fortemente o modelo cascata no mesmo artigo em que o descreve (Royce apenas o usou como uma referência do que NÃO funciona).

O resultado de um processo de produto Waterfall (onde os requisitos são completamente definidos antes do design e implementação começarem) é um conjunto de requisitos enorme e gigantesco, a união de muitas listas de desejos, levantada sem nenhum tipo de restrição. E, para piorar, a lista não é priorizada ou medida em termos de custo versus benefício. As forças sociais envolvidas acabam proibindo o conflitos dolorosos ocasionais gerados pela priorização.

Nas palavras de Brooks: 'a proliferação de requisitos deve ser combatida, através de controle de natalidade e infanticídio destes requisitos'. Ele inclusive dá um excelente exemplo de uma pesquisa realizada por um comitê nacional americano em projetos militares dos EUA: 'Os projetos extremamente bem sucedidos tem um ou muito poucos objetivos e urgência de cronograma. Esses projetos começam com poucos requisitos de alto nível. Enquanto o desenvolvimento procedia, estes eram quebrados em requisitos mais específicos. Estes requisitos eram controlados e priorizados fortemente por gerentes capazes que continuamente balanceavam funcionalidade em relação a custo e prazo'.

Aí vem a grande pergunta de Brooks no capítulo 4, de título 'Requirements, Sin and Contracts': como podemos explicar a persistência de um modelo perigoso como o Cascata, quando já sabemos através de evidências maciças levantadas durante quase um quarto de século de que o modelo espiral/iterativo produz melhores resultados?

Antes da resposta, vamos supor o seguinte:
- O cliente ficará feliz em pagar para o seu fornecedor um preço justo pela sua experiência e trabalho.
- Ele conseguiu um fornecedor que age e usa suas habilidades para servir aos interesses reais dos clientes. Este fornecedor também realiza seu trabalho sempre almejando construir produtos com alta qualidade na melhor proporção de custo-benefício, dentro do prazo e orçamento.
- Todos são honestos, verdadeiros e a comunicação entre eles é excelente.

Tendo isso em vista, Brooks nos mostra que:
- Um contrato que pague o custo do fornecedor mais um bônus por metas irá dar ao cliente e ao fornecedor o melhor valor por dólar investido.
- Um modelo de processo espiral e iterativo vai gerar o produto mais apropriado para as necessidades principais do cliente.

Como podemos então explicar a existência de tantos projetos ainda seguindo um processo cascata? A resposta: Pecados... Especialmente Orgulho, Ganância e Preguiça.

Muitos olham as suposições acima e falam: 'Essas suposições nunca ocorrem! Os humanos são pecadores e não podemos confiar na motivação do outro. Como os humanos são pecadores, não podemos nos comunicar perfeitamente'. Por essa razão que entram contratos escritos. Precisamos de contratos para a proteção de faltas dos outros e para evitar nossa própria tentação de cometer transgressões.

E então, chegamos no ponto de Brooks: 'Claramente, é a necessidade por contratos dentro de uma mesma organização ou entre organizações que força a descrição muito precoce de objetivos, requisitos e restrições detalhados'. Portanto, segundo Brooks (e concordo com ele!), a necessidade por contratos detalhados melhor explica a persistência de um modelo errado como o cascata para projetar e construir sistemas complexos.

Quer saber mais sobre soluções interessantes para contratos de desenvolvimento de sistemas (ou implantação de ERPs e outros sistemas prontos que necessitam de customização) ? Vide meu artigo e apresentação sobre contratos com o título Contratos e Scrum: The Good, The Bad and the Ugly e também a palestra em vídeo que ministrei sobre contratos no Falando em Agile .

Não vou me atrever a opinar por este meio entre estes senhores tão eloquentes. É praticamente utópico no modelo atual de negócios da maioria do mercado de TI no Brasil, mas eu disse praticamente, não totalmente. Como já dizia uma candidato a presidente: "Yes, We Can".

11/09/2010

Prototipagem com add-on do Firefox

Enviado por George Kihoma (kyowaΘbol·com·br):

“Atualmente para quem vai fazer análise/modelagem de sistemas se usa muito ferramentas pagas como o EA, que relmente oferece um bom pacote integrado de ferramentas. Em particular a ferrramenta de prototipagem não é exatemente intuitiva. Além disso o software é pago e roda em ambientes MS.
Descobri uma ferramenta muito simples e boa para prototipagem chamada Pencil Project que na verdade é um add-on para o Firefox (ver em http://pencil.evolus.vn/en-US/Downloads/Application.aspx). Instalei aqui no meu Debian e funcionou muito bem. É possivel desenhar telas de sistemas de forma rápida e bem intuitiva, podendo exportá-las em formato .png para serem incluídas no restante da documentação.” [referência: pencil.evolus.vn]

Muito bancana e poderosa essa ferramenta, levando-se em consideração que ela é um add-on para um navegador. Mas eu vejo essa ferramenta com outros olhos: ela mostra a tendência de que mais e mais os recursos de um computador serão executados, chamados e/ou gerenciados  em um browser
É aguardar para ver como isso será visto após o lançamento do aguardado Chrome OS.

08/09/2010

Upgrade no Notepad!

No Windows 7 a Microsoft “ribonizou” alguns aplicativos clássicos do Windows, como Paint e WordPad. Mas e se o velho Notepad, ou Bloco de Notas em bom português, tivesse interface Ribbon? A resposta seria algo muito próximo a isso:

FluentNotepad
FluentNotepad: o velho bloco de notas com Ribbon

A imagem acima não é apenas um conceito, e sim um programa conhecido pelo nome FluentNotepad e que pode ser baixado do site DeviantArt.
Ele traz alguns recursos extras, como itálico, negrito, cor da fonte e posicionamento do texto, mas nada comparado a um editor de texto profissional como o Microsoft Office ou o gratuito OpenOffice. Não se engane, é apenas o velho e limitado bloco de notas do Windows com uma vaga lembrança do Office 2010.
Gratuito, o FluentNotepad atualmente está em estágio beta de desenvolvimento. O programa tem pouco mais de 400 KB e não precisa instalar. Requer o Microsoft .NET Framework 4 para funcionar.

Reproduzido daqui.

07/07/2010

Iranianos criam jogo open source.

Iranianos criam jogo open source (vídeo): "
Há alguns fatos interessantes sobre o Irã: primeiro, não existe por lá qualquer lei sobre propriedade intelectual. Ou seja, qualquer produto como músicas, livros ou jogos são distribuidos livremente, sem que o autor receba por isso. Segundo: os embargos econômicos tornam a aquisição de software proprietário quase impossível.

Nesse cenário semi-medieval, é estranho ver notícias que envolvam criação de jogos ou inovação tecnológica com alguma qualidade, e talvez seja por isso que Garshasp chame tanta a atenção. Criado por 20 programadores e utilizando somente software livre, Garshasp é um jogo de ação-aventura para PC que se inspira na mitologia persa. O mais interessante é que muito do conhecimento dos programadores foi buscado através da internet, através do Google e de comunidades de softwares livres.
Mas há alguns poréns nessa história: Apesar do lançamento mundial, ainda não há planos para lançar o jogo dentro do próprio Irã (porque será, né?). E… bom, vejam o vídeo.
Lembra algum Deus da Guerra?


Retirado do Tecnoblog.

Agora só me falta o pessoal da Chechência criar um FPS em parceria com a Bosnia usando assembly e Go (Que mistura, hein? Assembly e Go?).

30/06/2010

É usuário Linux mas o Windows veio instalado no PC? Saiba que é possível pedir reembolso!

Vou marcar a página deste post como favorito. Quero compra um Dell no fim de ano e não quero o Ruindows zuando com a minha futura criança!



Clique aqui para ver o vídeo em uma resolução (bem) melhor.

24/03/2010

12 de Abril é o dia...


Para quem é da área de Design, Publicidade e correlatos (sem querer ofender àqueles que são fanáticos pelo Corel) !
Dia 12 de Abril é a data de lançamento do novo pacote da Adobe: o Adobe CS5.
Quando eu era mais moleque (nos primordios) eu até tentava usar tais programas. Usava muito o Photoshop e me achava o máximo fazendo coisas irrisórias. Também brincava muito com o Corel Draw, mas não fazia sentido para mim vetorizar coisas, embora eu ache um baita trabalho que muitos profissionais fazem hoje com essas ferramentas. 
Mas uma coisa peca: 200 mil recursos, você vai usar todos? Não é qualquer máquina que comporta, com conforto, essa suite, sem falar do Premiere, que não leva esse nome somente por marketing. Sou a favor dos softwares objetivos que suprem as necessidades de cada usuário sem impedir que se abra um bloco de notas ao mesmo tempo. Mas, cada um com a sua opinião. Quem sou eu para julgar se eu sou um cara que usa Netbeans! ¬¬ 

A notícia completa pode ser lida no Olhar Digital.