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21/05/2012

Gestor, gerente, líder e chefe: salada ou farinha do mesmo saco?


Li recentemente no TI Especialistas um (bom) artigo sobre as diferenças entre gestor, gerente, líder e chefe, bem como as competências de cada um deles dentro de uma organização. O artigo é muito bom e bastante fundamentado. Mas eu achei, ao menos na parte da diferenciação, um pouco estereotipado. É na discordância que nasce uma concordância, não? Caso não, ao menos nasce um post.

21/11/2010

"Não importa o que você faça, sempre será criticado. Acostume-se a isso. "

Não importa o que você faça, sempre será criticado

Silvio Celestino é Consultor organizacional e senior partner da Alliance Coaching


Terça-feira, 16 de novembro de 2010 às 14h53


Não é muito comum ver o técnico Bernardinho ter de responder a críticas pelo seu modo de gerir a seleção brasileira de vôlei. Quando ele decidiu que seria favorável ao Brasil perder para a Bulgária, a fim de ter um caminho mais fácil para o campeonato mundial de vôlei, recebeu comentários e opiniões negativas. Entretanto, a estratégia revelou-se apropriada para conquistar mais esse título para o Brasil. Existe um aprendizado importante nesse evento: na sua trajetória profissional, não importa o que você faça, sempre será criticado. Saber lidar com as críticas é uma habilidade fundamental para sua carreira, principalmente para quem almeja um cargo de liderança.



11/11/2010

Gestão de Processos de Negócios, SOA e Web 2.0: Transformação da Empresa ou Rota de Colisão?

"Os desafios enfrentados pelas empresas e órgãos governamentais da atualidade são muitos e variados. Para se manterem atualizadas, essas organizações precisam não só promover uma mudança de dentro, mas também ser suficientemente ágeis para se adaptarem rapidamente à evolução dos mercados, políticas, regulamentações e modelos de negócios. Felizmente para elas, a convergência de um trio de tecnologias e práticas de negócios – gestão de processos de negócios (BPM), arquitetura orientada a serviços (SOA) e Web 2.0 – está fornecendo uma solução."

Leia o texto e material completo aqui.

08/11/2010

Evite influenciar estimativas: estime até mesmo as histórias mais simples

Sintoma: Durante a estimativa de estórias do backlog, ao aparecer uma estória razoavelmente clara ou simples, um

desenvolvedor (geralmente mais experiente) toma a palavra antes de estimar:
“Essa história tem 3 pontos. Pode ser? Todo mundo concorda, não é?”


Problema: Ao fazer isso, o desenvolvedor acaba enviesando a estimativa dessa estória. Frases como essa durante a estimativa inibem os outros desenvolvedores e fazem com que eles escondam a sua opinião (pois, se o desenvolvedor experiente tem tanta certeza que a estória tem 3 pontos, ele deve estar certo, e eu devo estar errado; o problema que eu havia imaginado não deve existir…).


Solução: A estimativa acontece em grupo justamente para tentar diminuir o seu possível erro. Além disso, estimar em grupo ajuda a levantar melhor os possíveis problemas que a equipe irá passar durante a implementação da estória, afinal nesse momento temos uma equipe inteira pensando, e não só apenas uma pessoa.


Não só o desenvolvedor mas também o Product Owner (ou clientes dependendo de sua abordagem e metodologia) costuma utilizar palavras como “fácil” ou “simples” para descrever uma história. Qualquer tipo de adjetivo do gênero pode trazer um peso decisivo na hora de julgar a dificuldade da estória. Durante os treinamentos de Scrum e Lean, no momento de explicar uma história, adjetivos surgem a todo instante por parte do PO.


Todos os participantes mostram suas estimativas juntos, justamente para que um desenvolvedor não influencie na opinião do outro, e as ideias possam surgir mais livremente e serem discutidas. Mesmo o desenvolvedor iniciante pode ver problemas ou soluções que um desenvolvedor mais experiente não enxergou. Mas, por saber que ele é iniciante, ele é mais facilmente influenciado pelos experientes!


Portanto, por mais simples e clara que a história possa parecer para você, faça o planning poker (ou qualquer outra técnica para estimar) da maneira correta. Estime junto com o time. Deixe a estimativa emergir do time todo. Se o objetivo da estória estiver realmente claro, o time não vai levar muito tempo para chegar em um acordo sobre a estimativa.


Li aqui!

03/11/2010

Kill procrastination

Kill procrastination
View more presentations from Brady Gilchrist.
É sensacionalmente simples e instrutivo! Já mudou minha maneira de organizar meu trabalho e buscar o FOCO e a PRODUTIVIDADE! Agora é disciplina e muito trabalho. Recomendo (e muito) !

Os 4 maiores erros de uma liderança

A dica de hoje foi dada por Toddi Gutner no portal Entrepreneur.com

Junto com não saber delegar tarefas, aqui vão alguns dos erros mais comuns em liderança:


“Tudo gira em torno de mim”

Não deixe seu ego entrar na frente de sua liderança positiva. Para melhorar esse comportamento, faça sessões de feedback com seus funcionários e sempre pergunte a eles o que os impede de cumprirem suas obrigações de maneira efetiva.



“Ninguém consegue fazer isto melhor do que eu”

Não caia nessa, você estará caindo no velho erro de não saber delegar tarefas. É necessário confiar nas pessoas a seu redor e começar a se preocupar com o desenvolvimento delas.



“A minha ideia é a melhor ideia”

Para fugir dessa cultura é necessário estabelecer um nível alto de confiança em seu grupo de trabalho desde o começo. Outras pessoas também precisam sentir que estão dando sugestões que contribuem em decisões da empresa.



“Eu não preciso aprender a liderar”

Uma das coisas mais difíceis de serem aprendidas é que ser um líder efetivo nem sempre é algo nato. Por isso é sempre necessário receber feedbacks de pessoas de fora da sua organização, talvez um mentor ou um coach, para que você sempre renove seu estilo de liderança do modo que for necessário.


Dica daqui.

Sei que humildade não é meu forte, mas nesses aí eu não pequei e há esporádicas possibilidades que eu caia nessas armadilhas. Fica a dica para alguns que já cometem e outros que possam vir a cometer.

31/10/2010

Trate as pessoas de formas diferentes


A dica de hoje foi dada por Seth Godin em seu blog.


Não converse com todos os seus funcionários, seus usuários ou seus potenciais clientes da mesma maneira, porque eles não são todos iguais.
O modelo Dreyfus de aquisição de competências diz que as pessoas passam sempre por 5 estágios:


Novatos
Gostam que digam o que eles devem fazer, precisam que lhes dêem um manual, dificilmente tomarão decisões por si só.



Iniciante Avançado
Necessitam de um pouco de liberdade, mas não conseguem distinguir hierarquias e definir certas prioridades.



Competente
Querem liberdade para fazer planos, criar rotinas e escolher entre atividades.


Proficiente
Quanto mais liberdade você der, mais você pode esperar dele, que mais você receberá.



Expert
Escreve o manual, mas não o segue.



Se você tratar um “Expert” como um novato, certamente falhará.


Aprendi aqui!

Achei bastante interessante. Gerencio uma equipe hoje bastante heterogênea, tanto em talento quanto em personalidade. Nem sempre tratar de maneira igual os integrantes de sua equipe, em todos os aspectos, é uma coisa boa. É mais interessante ser coerente e atuar de acordo do que parecer justo e agir igualmente (e então quiçá errôneamente) com todos os integrantes.


Boa dica. Vou me policiar mais neste tocante.

29/10/2010

Novo curso PM-87 de Práticas Ágeis e nova Formação Ágil


A Caelum está lançando esse mês um novo curso na área de agilidade: o PM-87, Práticas ágeis de desenvolvimento de Software. É baseado na experiência da Caelum com Scrum, XP e métodos ágeis desde 2005 em diversos projetos, clientes e cursos. Junto com o curso PM-83 de gerenciamento de projetos com Scrum, o novo PM-87 traz a nova Formação Ágil da Caelum.


O novo PM-87 aborda técnicas de desenvolvimento ágil e Extreme Programming (XP), como refatoração, testes, build automatizado, integração contínua, deploy contínuo, programação pareada, controle de versão e muito mais. Confira a ementa completa do novo curso de práticas ágeis.

As primeiras turmas estão agendadas para Dezembro em São Paulo e em Janeiro no Rio de Janeiro. Aproveite a promoção de lançamento!

Estou precisando de um desses para me atualizar no gerenciamento de projetos. Cada vez mais está ficando está ficando mais difícil. E gerenciar projetos "lindos" é desafiador só para tentar fazer mais e mais. Quero ver é em projetos problemáticos. Aí sim é desafio. 
Mais uma para vocês, Caelum.

07/10/2010

"Pecado: O culpado da persistência do modelo Waterfall no desenvolvimento de Software?"

Pecado: O culpado da persistência do modelo Waterfall no desenvolvimento de Software?: "Quer entender melhor por que o manifesto Ágil fala em valorizar mais a colaboração com os clientes que a negociação de contratos? Um novo livro de um autor clássico dentro de nossa área de Engenharia de Software pode nos ajudar.

Estou lendo o novo e fantástico livro novo do Frederick Brooks, de título The Design of Design. Para aqueles da nossa área que ainda não o conhecem, Brooks é o autor do clássico livro de engenharia de software The Mythical Man-Month (que considero leitura obrigatória para executivos da área de TI).

Os primeiros capítulos do novo livro de Brooks são os mais interessantes, pois evidenciam claramente os problemas de se tentar realizar o design e construção de um produto seguindo um modelo cascata ( Waterfall ).

O capítulo 3 se chama 'What's wrong with this model?' e é focado em explicar porque, nas palavras de Brooks: 'o modelo cascata é errado e perigoso; precisamos superá-lo'. Ele inclusive mostra como o próprio Winston Royce (suposto inventor do modelo cascata) critica fortemente o modelo cascata no mesmo artigo em que o descreve (Royce apenas o usou como uma referência do que NÃO funciona).

O resultado de um processo de produto Waterfall (onde os requisitos são completamente definidos antes do design e implementação começarem) é um conjunto de requisitos enorme e gigantesco, a união de muitas listas de desejos, levantada sem nenhum tipo de restrição. E, para piorar, a lista não é priorizada ou medida em termos de custo versus benefício. As forças sociais envolvidas acabam proibindo o conflitos dolorosos ocasionais gerados pela priorização.

Nas palavras de Brooks: 'a proliferação de requisitos deve ser combatida, através de controle de natalidade e infanticídio destes requisitos'. Ele inclusive dá um excelente exemplo de uma pesquisa realizada por um comitê nacional americano em projetos militares dos EUA: 'Os projetos extremamente bem sucedidos tem um ou muito poucos objetivos e urgência de cronograma. Esses projetos começam com poucos requisitos de alto nível. Enquanto o desenvolvimento procedia, estes eram quebrados em requisitos mais específicos. Estes requisitos eram controlados e priorizados fortemente por gerentes capazes que continuamente balanceavam funcionalidade em relação a custo e prazo'.

Aí vem a grande pergunta de Brooks no capítulo 4, de título 'Requirements, Sin and Contracts': como podemos explicar a persistência de um modelo perigoso como o Cascata, quando já sabemos através de evidências maciças levantadas durante quase um quarto de século de que o modelo espiral/iterativo produz melhores resultados?

Antes da resposta, vamos supor o seguinte:
- O cliente ficará feliz em pagar para o seu fornecedor um preço justo pela sua experiência e trabalho.
- Ele conseguiu um fornecedor que age e usa suas habilidades para servir aos interesses reais dos clientes. Este fornecedor também realiza seu trabalho sempre almejando construir produtos com alta qualidade na melhor proporção de custo-benefício, dentro do prazo e orçamento.
- Todos são honestos, verdadeiros e a comunicação entre eles é excelente.

Tendo isso em vista, Brooks nos mostra que:
- Um contrato que pague o custo do fornecedor mais um bônus por metas irá dar ao cliente e ao fornecedor o melhor valor por dólar investido.
- Um modelo de processo espiral e iterativo vai gerar o produto mais apropriado para as necessidades principais do cliente.

Como podemos então explicar a existência de tantos projetos ainda seguindo um processo cascata? A resposta: Pecados... Especialmente Orgulho, Ganância e Preguiça.

Muitos olham as suposições acima e falam: 'Essas suposições nunca ocorrem! Os humanos são pecadores e não podemos confiar na motivação do outro. Como os humanos são pecadores, não podemos nos comunicar perfeitamente'. Por essa razão que entram contratos escritos. Precisamos de contratos para a proteção de faltas dos outros e para evitar nossa própria tentação de cometer transgressões.

E então, chegamos no ponto de Brooks: 'Claramente, é a necessidade por contratos dentro de uma mesma organização ou entre organizações que força a descrição muito precoce de objetivos, requisitos e restrições detalhados'. Portanto, segundo Brooks (e concordo com ele!), a necessidade por contratos detalhados melhor explica a persistência de um modelo errado como o cascata para projetar e construir sistemas complexos.

Quer saber mais sobre soluções interessantes para contratos de desenvolvimento de sistemas (ou implantação de ERPs e outros sistemas prontos que necessitam de customização) ? Vide meu artigo e apresentação sobre contratos com o título Contratos e Scrum: The Good, The Bad and the Ugly e também a palestra em vídeo que ministrei sobre contratos no Falando em Agile .

Não vou me atrever a opinar por este meio entre estes senhores tão eloquentes. É praticamente utópico no modelo atual de negócios da maioria do mercado de TI no Brasil, mas eu disse praticamente, não totalmente. Como já dizia uma candidato a presidente: "Yes, We Can".

01/09/2010

ScrumTable (SCRUM + TFS + Surface)

Todos os dias acompanhando a migração de projetos que saem do modelo em cascata tradicional (waterfall) e estão indo para modelo baseado em agilidade tendo no SCRUM como o principal framework para gerenciamento de projetos ágeis. Com a integração do Team Foundation Server (TFS) nos temos a disposição toda base de apoio na engenharia do projeto com informação transparente e distribuída, padronização e qualidade do projeto. 

A Microsoft lançou recentemente o Visual Studio Scrum 1.0 que é um template de processo totalmente baseado no SCRUM para o no Team Foundation Server 2010 permitindo uma total integração entre todas as visões do projeto.
Para dar uma ideia prática da integração os estudantes Silvan, Michael e Patrick desenvolveram o ScrumTable usando C#; WPF e o SDK do Microsoft Surface criando uma experiência bem interessante que pode ser usado na sala de reuniões em projetos ágeis. A Microsoft acertou em muito nesse Surface.


[],
Ramon Durães
MVP Visual Studio ALM
Professional SCRUM Master
Professional SCRUM Developer

EU QUEROOOOOO! Para quem quer aprender ou conhecer mais sobre metodologias ágeis...Nada melhor do que começar com a ótima Scrum! E se tiver uma graninha, aproveita e compra um brinquedinho desses também. =)

17/11/2009

Scrum: para quem sabe o que é desenvolvimento ágil de verdade.

Sou fã incondicional dessa metodologia ágil: o Scrum. Quase incondicional. O Scrum é simples, objetivo, economiza na documentação e ataca diretamente o desenvolvimento de software. Dentre as metodologias ágeis que conheço, como XP (que acho muito lesada para ser ágil) , o Scrum é quem mais prioriza a produção de software. Se você acha que Scrum não é suficiente em termos de documentação, utilize em conjunto com Scrum e tenha certeza, sem bem seguido, você terá bons resultados a curto e longo prazo. a INFO indicou alguns sites para quem aprender mais a respeito, ou quem quer descobrir a "mágica" do Scrum.
Não sou nenhum expert e nem tenho experiência de mercado, propriamente dita. Mas em minhas experiências na academia, eu vos digo: a aclamada XP falhou e boa parte dos casos e o gerenciamento de projeto e produção de software clássico (com aquele monte de papéis de documentação) superou e muito o XP. Com Scrum, as histórias tiveram finais felizes. :)

Procure o seu também.

27/06/2009

Revista Visão Ágil


Em minhas andanças pela rede em busca de informações sobre processos ágeis de desenvolvimento de software acabei esbarrando-me no site da Revista Visão Ágil. É uma revista que trata sobre metodologias ágeis,fazendo análises, comparativos, criando guias, etc. Mas não se restringe somente as suas edições que, por sinal, podem ser livremente baixadas do site da revista. Trata também de processos como MPS.BR, CMMI, possui artigos, palestras, textos, sobre processos ágeis como Scrum ,XP, FDD, bem como UML, modelagem ágil, etc.
A revista está na quinta edição (figura ao lado) e traz em sua capa uso conjunto de Scrum e FDD. Imperdível para quem tenciona enredar ou aprimora-se na área de Gerência de Projetos.