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06/04/2013

Robôs, cavalos e "pets".




O que robôs e cavalos tem em comum? Aparentemente nada. Mas pensemos melhor: eles são criados para exercerem tarefas específicas. Robôs para montarem carros, varrerem casas, detectarem câncer, dentre outros. Éguas para reproduzir varões, varões para correr, para servir de transporte, e não sei quantas outras utilidades mais. 
Outra coisa interessante é que eles não precisam conversar entre si (cavalos entre cavalos e robôs entre robôs, ok?). Eles não precisam trocar ideias para exercerem suas tarefas, não precisam construir conhecimento, não precisam de descanso (pobres cavalos), não precisam se relacionar, não precisam compartilhar ideias e experiências. Para o cavalo, basta que ele fique em sua baia e quando necessário faça sua tarefa. O robô, por sua vez, na sua estação, repetindo, incansávelmente (outra coisa interessante, ele não cansa!) a mesma tarefa sem pestanejar, contestar, "pensar", discutir com o robô do lado. Interessante, não? Como dois "seres" tão, aparentemente, díspares se parecem.

Mas há outro indivíduo muito parecido com eles: o colaborador domesticado (carinhosamente apelidade aqui de "pet"). 

02/09/2012

Uma dupla (quase) imbatível


É redundante, mas irei registrar assim mesmo, dizer que o universo da ciência e da tecnologia se move numa velocidade muito acima da "normal". Mas como não foi (ainda) encontrada a Teoria do Tudo, a minha primeira afirmação também não poderia ser aplicada a tudo sobre a tecnologia.
As duas formas mais básicas e mais usadas no planeta para inserir dados num sistema computacional datam, sem qualquer mudança fundamental, de pelo menos 40 anos. Falo do mouse e do teclado. Este último é ainda mais velho se lembrarmos da velha máquina de escrever. Mas os dias do mouse começaram a ser contados a partir do dia 27 de janeiro de 2010, quando o dispositivo mais revolucionário da década foi lançado: o iPad. Mas nem o iPad conseguiu, ainda, iniciar a contagem da falência do teclado de computador.