Eu penso que todos o leitores deste blog sabem o que é um GPS (Não, não é o guia da previdência social). Me arriscarei a ser repetitivo, mas preciso abraçar a todos que vem aqui (ou não) e esclarecer a sigla e o intento: a sigla é em inglês e significa (traduzido de Global Positioning System) Sistema Global de Posicionamento (se eu fosse mais ufanista eu diria que eu uso hoje um SGP). Existem inúmeras aplicações para esse sistema, desde fins militares, pesquisa e uso diário pelo usuário final.
Acho que é (quase) consenso que ao se falar em GPS, já vem em mente aqueles aparelhos de navegação para automóveis. Conheço alguns, como o famoso Tom Tom (me disseram que perde muito o sinal, é verdade?) e o da 4 Rodas (não ouvi críticas muito boas) - eu uso um app para o iPhone que o utiliza o GPS deste.
Mas a discussão deste post não é explicar o que é um GPS ou fazer um comparativo de diversas marcas e modelos. Todos eles cumprem (ou tentam) o que prometem: vão te mostrar mapas super detalhados, coloridos inclusive, falar com você, direcionar para os mais diversos lugares (a não ser que te mandem para uma contra-mão ou favela) e se vangloriar por cobrir não sei quantas mil cidades (até aquele interior que ninguém conhece ele poderá te guiar).
Mas tudo isso basta? Eu acho que não.